O alinhador não é só um aparelho mais discreto. É outra forma de aplicar força no dente — com indicações, rotina e limites próprios.
O Invisalign é feito no Instituto Baroni Vosiacki pela Dra. Daniela Belisario Baroni, especialista em Ortodontia e credenciada Invisalign. Esta página explica o que acontece em cada etapa, para quem o alinhador costuma ser indicado e em que situações outro tipo de aparelho é mais indicado.

É uma sequência de placas transparentes, feitas sob medida a partir do escaneamento da boca. Cada placa é um pouco diferente da anterior e move os dentes em pequenas etapas. A troca acontece no intervalo que a ortodontista define para cada caso.
Em alguns dentes são colados pequenos relevos da cor do dente, os attachments. Eles dão ao alinhador um ponto de apoio para girar, inclinar ou deslocar o dente na direção planejada. Sem esse apoio, certos movimentos não acontecem.
O alinhador só trabalha quando está na boca. Por isso o uso recomendado é de cerca de 22 horas por dia, tirando para comer e para escovar. É aqui que está a maior diferença em relação ao aparelho fixo: parte do resultado depende da rotina do paciente.
Na avaliação, a Dra. Daniela examina dentes, gengiva, mordida e articulação, pede ou analisa as radiografias e faz o escaneamento digital das arcadas. A partir dele é montado o planejamento, com a simulação da sequência de movimentos.
A simulação mostra o plano de movimento, não uma promessa de resultado. Ela serve para discutir o caso: o que o alinhador consegue fazer, o que depende de etapas adicionais e o que talvez exija outra abordagem.

Dentes apinhados ou com espaços entre si, dentes que voltaram a se mover anos depois de um aparelho antigo, e parte dos problemas de mordida em adultos e adolescentes. Também é uma opção para quem tem rotina que dificulta o aparelho fixo — desde que consiga manter o uso diário.
Nem todo caso fecha com alinhador. Rotações grandes em dentes de formato arredondado, movimentos verticais extensos e discrepâncias entre os ossos da maxila e da mandíbula podem exigir aparelho fixo, ortopedia funcional ou, em casos esqueléticos, avaliação cirúrgica. E há o limite da colaboração: alinhador usado poucas horas por dia não move o dente como foi planejado.
Quando outro caminho é mais indicado, isso é dito na avaliação. A comparação entre os tipos de aparelho está em Ortodontia e Invisalign em Limeira.
O tempo depende do número de movimentos, da complexidade da mordida, da resposta de cada organismo e do uso diário. O valor do tratamento sai depois da avaliação e do planejamento: número de alinhadores, necessidade de refinamentos e tipo de contenção entram na conta.
Não existe idade limite para mover dente, desde que gengiva e osso estejam saudáveis. Em adultos, a avaliação olha com atenção restaurações, coroas, implantes e perda óssea, que mudam o planejamento. Em adolescentes, a ortodontista avalia também o crescimento e a capacidade de manter o uso.
Sim. Ele sai para as refeições e para bebidas que não sejam água, e volta depois da escovação.
Nos primeiros dias de cada novo alinhador é comum sentir pressão nos dentes. É o sinal de que a força está sendo aplicada. A sensação costuma diminuir ao longo dos dias.
Algumas pessoas notam diferença leve nos primeiros dias, até a língua se acostumar com a espessura do alinhador.
Em muitos casos, sim. É uma das situações mais comuns no consultório. A avaliação verifica o motivo do retorno e planeja também a contenção.
Não. O atendimento é particular.
Cirurgiã-dentista graduada e mestre pela UNICAMP. CRO-SP 93.949. Especialista em Ortodontia e credenciada Invisalign. Atende no Instituto Baroni Vosiacki, no Centro de Limeira. Mais sobre ela em Dra. Daniela Belisario Baroni.
A avaliação para Invisalign é presencial e inclui o escaneamento digital das arcadas.
Av. Saudades, 1569 — Centro, Limeira-SP. Segunda a sexta. (19) 3702-7353 · (19) 99883-1228.