Dor de dente não é uma coisa só. O tipo de dor — o que a dispara, quanto dura, se acorda de madrugada — aponta para o estado da polpa antes de qualquer exame. Ler isso certo é o que separa uma restauração simples de um canal, e um canal de uma extração.
A maior parte das pessoas chega ao consultório depois de uma semana de analgésico, às vezes de um antibiótico tomado sem diagnóstico. O remédio abaixa o sintoma e apaga a informação que o dentista precisava para decidir. Por isso este texto: para que você chegue sabendo o que a sua dor está contando.
Há sinais que apontam para além da polpa e mudam a conduta. Dor ao morder num único ponto, que alivia ao soltar, é típica de trinca — e trinca profunda muda tudo, porque pode inviabilizar o dente. Dor que irradia para o ouvido, a têmpora ou o pescoço, sem um dente que a explique, com frequência não é dente: é músculo ou articulação. Sinusite inflama os dentes de cima de um lado inteiro ao mesmo tempo. Nesses casos, tratar um dente é errar o alvo.
Quem faz endodontia com critério passa a carreira decidindo uma pergunta: esta dor vem da polpa, ou só parece que vem? A resposta errada abre um dente saudável. O raciocínio para o lado da articulação e da dor orofacial está em drrodrigodtm.com.
Com o diagnóstico feito, a conduta é uma destas: tratar a causa e preservar a polpa; canal com microscópio, como descrito na página de endodontia em Limeira; retratamento, se já houve canal; ou extração e planejamento de implante, quando a estrutura não sustenta mais nada.
Inchaço no rosto, dificuldade para abrir a boca ou engolir, febre, mal-estar. Nesses casos não se agenda para a semana que vem — se avisa a secretária no mesmo dia. Dor forte sem esses sinais é prioridade, mas não é emergência médica; o encaixe existe para isso.
Na maioria dos casos em que a dor acorda a pessoa ou piora deitada, a polpa está em inflamação irreversível — o item 2. O teste térmico confirma. Não é regra absoluta; é o quadro mais provável.
Sim, e com mais razão. Polpa que morre para de doer; a infecção continua e o próximo capítulo é o abscesso.
É feito sob anestesia local. O que dói é o dente inflamado antes do tratamento — e é justamente isso que o canal resolve. O desconforto depois varia com a inflamação prévia e é controlado com medicação prescrita.
Não atendo convênios. O atendimento é particular, com avaliação presencial.
Cirurgião-dentista formado pela UNICAMP há 20 anos. CRO-SP 89.707. Especialista em Endodontia pela São Leopoldo Mandic e em Implantodontia pela ABO. Habilitado em Laserterapia e em Ozonioterapia pelo CFO. Atende em consultório próprio no Centro de Limeira desde 2013.
Se a dor tem os sinais de urgência descritos acima, diga isso na mensagem — a secretária prioriza.
Av. Saudades, 1569 — Centro, Limeira-SP. Segunda a sexta. (19) 3702-7353 · (19) 99883-1228.